Royale With Cheese

 Royale With Cheese

 
 



sexta-feira, janeiro 29, 2010  

INVICTUS:

Título: Invictus
Realizador: Clint Eastwood
Ano: 2009


Invictus é um filme de Clint Eastwood sobre Nelson Mandela que, por sua vez, é interpretado por Morgan Freeman. Basta apenas isso. Eastwood podia, simplesmente, ter-se limitado a filmar Morgan Freeman sentado numa cadeira em África do Sul durante duas horas e meia, sem argumento, que toda a gente quereria ir ver, a crítica iria vir-se de satisfação e a Academia iria enche-lo de nomeações aos Óscares. E, provavelmente, mesmo assim iria ser bom.

Antes de continuar, uma ressalva sobre o filme. Invictus não é um biopic de Nelson Mandela. Aliás, Morgan Freeman aos anos que anda a tentar fazer um, mas cada vez está mais convencido que isso é impossível de fazer. Pelo menos num filme com menos de umas oito horas. Invictus é antes sobre os primeiros anos de Mandela à frente dos destinos da África do Sul e, nomeadamente, como conseguiu unir os brancos e os pretos em redor da sua selecção de rugby na Taça do Mundo de 1995. Basicamente, Mandela fez aquilo que Scolari fez durante o Euro 2004, mas ainda com o apartheid e a segregação racial na memória (e pele) de todos. É, portanto, um filme sobre um homem que conseguiu unir o seu país.

Para isso, Mandela contou com a preciosa ajuda do capitão da equipa sul-africana, François Pienaar (Matt Damon), um resplandecente ariano que serviu de ponte entre o líder do país, a sua selecção de rugby e a restante população. Em Invictus, Eastwood dá ao jogador de rugby a profundidade dramática suficiente para que este represente numa só pessoa todo os afrikanders do seu país, aproveitando para se render ao carisma e encanto de Mandela (Morgan Freeman diz que Mandela solta magia) e contribuindo para o colocar num pedestal. Por sua vez, o chefe de seguranças, Jason Tshabalala (Tony Kgoroge), é o equivalente a Matt Damon, mas para a parte preta da população.

É que, feitas as contas, Invictus acaba apenas por sublinhar esse Nelson Mandela como um homem bigger than life. Não é que não o seja, mas ele não precisa que o façam. Por exemplo, a complicada vida conjugal de Mandela é aqui apenas uma nota de rodapé. O resto é um filme certinho, segundo a cartilha de Hollywood e sempre em frente, que obedece à estrutura de: aparece Nelson Mandela; acontece uma situação complicada, Mandela intervém, há um discurso nobre sob violinos e bandeiras desfraldadas ao vento e tudo se resolve; Mandela passeia um bocadinho; há nova situação complicada e Mandela volta a intervir, com um discurso vitorioso, sob violinos e bandeiras desfraldadas; tudo se resolve; Mandela passeia; e over and over again. Ver um filme destes faz-nos acreditar nos Homens e que tudo é bonito e pacífico no mundo.

É certo que há situações que não conseguimos evitar ficar com pele de galinha (como nas cenas dos jogos de rugby, com milhares de pessoas a aplaudirem Mandela), principalmente sabendo que foram reais. Infelizmente, o mesmo não se pode dizer das próprias sequências dos jogos de rugby. Tal como o futebol, acredito que o rugby também seja difícil de filmar de forma credível. E Clint Eastwood não percebia um boi de rugby. Mas Invictus chega a ser constrangedor (e, de repente, saudades de Um Domingo Qualquer). Os jogos são todos ensaiados como se a África do Sul tivesse sempre ganho confortavelmente e com grandes abadas, quando houve jogos, inclusive, que tiveram uns empurrõezinhos do árbitro; não há intensidade nos contactos físico, mas no final os jogadores parecem saídos de uma guerra, todos negros e rotos; e, cúmulo dos cúmulos, no jogo decisivo, quase todo filmado em câmara lenta(!), há cenas repetidas de outros jogos(!!).

Invictus é uma xaropada bem intencionada e, se fosse feito por outro realizador e/ou se fosse sobre outra personalidade, não teria metade do falatório. Clint Eastwood não filma mal, antes pelo contrário, mas depois de se ver um Gran Torino ou um Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos, um McChicken destes é quase como passar fome durante uma semana. Ah, e quanto a Morgan Freeman, a confirmação: mesmo com o sotaque e as camisas de Nelson Mandela, Morgan Freeman é o melhor actor de sempre a fazer de Morgan Freeman.

Posted by: dermot @ 6:05 da tarde
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quarta-feira, janeiro 27, 2010  

Originalmente publicado na Take
AVATAR:

Título: Avatar
Realizador: James Cameron
Ano: 2009


Ainda nem sequer tinha estreado e já não se falava noutra coisa. De repente, Avatar passou a ser the next big thing e o novo fenómeno cinematográfico. Mais do que o regresso de James Cameron doze anos depois do pastelão Titanic, Avatar chamava a atenção por todo o aparato tecnológico e pelo 3D super-avançado, graças a uma tecnologia nova e percursora que, quando começou a ser usada, ainda nem sequer tinha nome. Claro que tudo isto deixou-me logo muito desconfiado. E depois de ver o trailer, com uns GI Joes a combater os Stroumpfs, ainda mais pessimista fiquei. Mas a gota de água foi mesmo quando ouvi o Cameron a dizer que queria fazer mais uma ou duas sequelas!

No entanto, agora que já vi o filme, tenho que ser justo e pedir desculpa a James Cameron. Como é que posso ter desconfiado do homem que nos deu os dois melhores Exterminadores Implacáveis, Aliens - O Reencontro Final, Rambo 2 - A Vingança Do Herói ou A Verdade Da Mentira? Vamos então a Avatar.

Num futuro indeterminado, somos introduzidos a Jake Sully (Sam Worthington), um fuzileiro paraplégico que, com a morte do irmão gémeo, é convidado a substitui-lo no projecto Avatar num planeta longínquo chamado Pandora. Neste Jardim do Edén espacial vivem uns humanóides azuis, os na'vi, que o governo norte-americano quer convencer a mudar de habitat por causa dum material subterrâneo precioso. E é para isso que serve o projecto Avatar, liderado pela doutora Grace Augustine (Sigourney Weaver), em que a mente de alguns homens são projectadas em corpos de na'vis para se misturarem com os autócnes e convencerem-nos a mudar de casa. Claro que caso a diplomacia falhe, há sempre o exército do coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) pronto a atacar.

Jake Sully é, portanto, um duplo inadaptado. Enquanto homem é um estranho dentro do projecto Avatar, uma vez que caiu lá de pára-quedas, sem qualquer treino, apenas para substituir a incoveniente morte do irmão, devido apenas à sorte de partilhar o mesmo adn. Por isso, tem que enfrentar a desconfiança dos seus colegas e convencer a sua chefe. Enquanto na'vi é, igualmente, um intruso que tem que passar por todos os rituais de crescimento para ser aceite como um deles. Jake Sully vive então uma vida dupla e esta temática, do doppelgänger, explorada vezes sem conta na sétima arte (de A Scanner Darkly – O Homem Duplo a O Inquilino), podia ser o grande trunfo de Avatar. Mas para Cameron, infelizmente, é apenas uma questão secundária, limitada à construção da consciência do protagonista, dividido entre o seu e o novo mundo.

Esse novo mundo é então um rebuçado para o cérebro do espectador, um universo criado no papel com o pormenor de uma Terra Média e na tela com uma assombrosa utilização dos novos efeitos-especiais, que o 3D potencializa e maximiza. No entanto, não deixamos de torcer o nariz a este cenário paradisíaco com tantas semelhanças com as tretas new-age, com aquelas paisagens com planetas no céu, ilhas flutuantes, cores fluorescentes, luz negra e rituais de ioga que fazem Roger Dean sentir-se em casa. Pior que a new-age só a cientologia. Felizmente não há filosofia existencial em Avatar nem musiquinha dos Yes (apesar da banda-sonora ser o ponto mais fraco do filme, uma vez que ultrapassa bastante a ténue linha entre o dramatismo e a lamechiche - é o lado Celine Dion de Cameron ao vir ao de cima).

A premissa de Avatar é então a do indivíduo que passa para o outro lado da barricada, identificando-se e apaixonando-se por esses "estrangeiros", acabando por lutar ao seu lado contra os seus semelhantes. Já vimos isso quantas vezes? Vamos enumerar umas quantas: Dança Com Lobos, Pocahontas, O Último Samurai, etc etc. No fundo, também Avatar serve para fazer uma parábola com a actualidade, como o faz também o novo Ágora, lembrando-nos que o ocidente é ganancioso e manipulador. E James Cameron sublinha esta ideia (assim como a mensagem ambientalista) a traço grosso, utilizando a fórmula blockbuster de forma exímia, como sabe fazer tão bem (vide Titanic).

Não há nada de novo na história de Avatar, mas é impossível criticar ou apontar-lhe o que quer que seja. Tudo é perfeitinho, pesado nas quantidades exactas e dividido pelos momentos certos e nas proporções certas. Há um herói com carisma, uma cara-metade sensual, cenas românticas com o timing perfeito, cenas de acção bem esgalhadas e cada vez maiores e um clímax no ponto de caramelo a rematar todo o filme. E tudo em proporções épicas, em mais uma ópera à laia de um Guerra Das Estrelas ou O Senhor Dos Anéis. Avatar é o verdadeiro filme-pipoca da actualidade, mas a única coisa que nos vem salvar é o serão. E a fome, com um McRoyal Deluxe.

Antes de terminar, uma referência ainda ao 3D. O fenómeno não é novo (basta lembrar-nos da euforia quando passou O Monstro Da Lagoa Negra na RTP em 3D, nos idos anos 80, ou, mais recentemente, o filme que passava no Pavilhão do Futuro na Expo 98), mas não deixa de ter a sua piada. E num filme como este até vale a pena, pelo espectáculo e fogo-de-artíficio. No entanto, entre ver um filme “normal” em 3D ou no sistema normal, prefiro o segundo. Porque não acrescenta nada ao filme e porque é mais caro. O 3D não é o futuro do cinema. Não o foi nos anos 50, quando surgiu para combater a televisão, e não vai ser agora para combater a pirataria da internet. Espero eu.

Posted by: dermot @ 1:28 da tarde
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segunda-feira, janeiro 25, 2010  

TAKE - CINEMA MAGAZINE:

Número 21, Janeiro de 2010


Página Oficial

Posted by: dermot @ 8:02 da tarde
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sábado, janeiro 23, 2010  

O SÍTIO DAS COISAS SELVAGENS:

Título: Where The Wild Things Are
Realizador: Spike Jonze
Ano: 2009


Maurice Sendak é o maior escritor vivo de livros infantis de língua inglesa. Quando morrer acima dele só estará Roald Dahl e, claro, o Dr. Seuss. A sua obra-prima chama-se Onde Vivem os Monstros e, depois de muitos anos nos planos da Disney - podem-se agora ver alguns testes no mundo do youtube -, o livro é adaptado finalmente ao cinema por Spike Jonze e, inesperadamente, em imagem real. E em Portugal ganhou uma tradução diferente da do livro: O Sítio Das Coisas Selvagens.

Controverso à altura em que foi editado e minimalista (tem apenas oito frases, estando o seu segredo, especialmente, nas ilustrações, como é explicado neste artigo - Sendak é mesmo considerado o Picasso dos livros infantis), o livro é uma daquelas fábulas para adultos mascarada de conto para miúdos, em que mais do que um livro para crianças é um livro sobre ser criança. Se quisermos uma comparação, apenas o podemos fazer a O Principezinho.

A história é sobre Max (um irritante, mas expressivo Max Records), um miúdo que se sente sozinho. A irmã não lhe liga e até o despreza quando está com os amigos, enquanto a mãe (porquê é que Catherine Keener se está a especializar em mães de meia-idade à procura de alguém?) está demasiado ocupada entre o seu trabalho e o namorado. E, como todos os miúdos solitários, Max compensa esses buracos sentimentais com uma imaginação (demasiado) fértil.

Depois de uma discussão com a mãe, Max foge de casa e projecta a sua frustração num mundo de fantasia, povoado por criaturas grotescas, mas simultaneamente muito fofinhas. Criadas pela mítica fábrica de monstros familiares de Jim Henson, estas criaturas parecem enormes monstros com garras e cornos assustadores, mas expressões demasiado humanas. É impossível olhar para os olhos tristes de Carol (voz de James Gandolfini) e não nos sentirmos comovidos, ouvir a forma de falar de Ira (voz de Forest Whitaker) e não simpatizarmos automaticamente com ele ou ver a expressão de KW (voz de Lauren Ambrose) e não percebermos logo que algo de tumultuoso se passa no seu interior.

Esse mundo de coisas selvagens é, claramente, um mundo imaginado por uma criança, onde as coisas não têm que ser necessariamente realistas. Além disso, impera uma lógica de criança e é por isso que Max os consegue convencer que é um explorador poderoso e ser coroado rei - porque tem poderes capaz de lhes destruir as cabeças, como fez em tempos com uns vikings maus. No fundo, se aquele cenário é a projecção da imaignação fértil de Max, cada uma daqueles monstros amigáveis emula uma faceta da sua vida. Especialmente Carol, que é o mais parecido consigo. Alexander (voz de Paul Dano), por exemplo, aquele que ninguém presta ouvidos, não podia ser mais parecido com a mágoa que Max sente em casa, quando parece ser desprezado pela sua própria família. Tudo isto ganha ainda um paralelismo subtil com as deixas que ouvimos a sua família a dizer-lhe no início do filme e que são repetidas pelos monstros lá mais para o fim. Exemplo mais claro: a mãe diz-lhe que está descontrolado antes de fugir de casa e Max grita o mesmo a Carol, quando este se sente revoltado com o rumo dos acontecimentos.

O Sítio Das Coisas Selvagens é uma fábula agridoce, que consegue captar esta palete de sentimentos com mestria, tanto pela imaginação fértil do próprio Spike Jonze, como pela banda-sonora de Karen O (ela, dos Yeah Yeah Yeahs e ex-namorada do realizador), numa fusão de indie com pós-rock e com um je ne sais quoi de burlesco e alegria juvenil. O final do filme é, inclusive, um dos momentos mais comoventes do cinema. E se pensarmos bem nisso, quantos realizadores conseguimos enumerar que fossem capazes de nos ameaçar de lágrimas com uma criança a despedir-se de monstros de peluche? Genial, a roçar o Le Big Mac.

Posted by: dermot @ 2:43 da tarde
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segunda-feira, janeiro 18, 2010  

O ÚLTIMO GRANDE HERÓI:

Título: Last Action Hero
Realizador: John McTiernan
Ano: 1993


O Último Grande Herói é um dos mais inequívocos filmes incompreendidos de sempre.
No entanto, isso não passa de uma enorme falácia. Porque filme incompreendido é aquilo a que se convencionou chamar áqueles filmes que, depois de terem sido fracassos de bilheteira, acabaram por ter enorme sucesso à posteriori. Há outra variação, que tem a ver com quando o filme não tem sucesso junto da maioria, mas torna-se famoso próximo de alguma minoria. Chama-se a isto filme de culto. Mas quando um filme não teve sucesso nem quando estreou nem depois quando saiu em dvd (por exemplo), mas mesmo assim há uma minoria que diz que ele é bom, então ele não é incompreendido. A minoria é que é parva. No entanto, eu vejo e revejo O Último Grande Herói e continuo sem perceber como é que há gente capaz de não gostar dele. Por isso, não é o filme que é incompreendido. Acho que eu é que sou.

Para entender O Último Grande Herói há que o contextualizar primeiro. Em 1993, Arnold Schwarzenegger tinha atingido o auge da sua popularidade, elevado a supremo herói de acção depois de Exterminador Implacável 2, a cereja no topo do bolo da sua filmografia de baixas humanas e destruição maciça. No mesmo campeonato estava John McTiernan, então um dos mais respeitáveis e rentáveis realizadores de Hollywood, exímuo nos filmes de acção em que os factores de qualidade estavam proporcionalmente relacionados com o bodycount, com o tamanho das explosões e com a quantidade de secundários asiáticos que participavam.

Ambos já tinham trabalhado juntos no notável Predador e agora voltavam a colaborar para o ultimate action movie, um filme com mais e maiores explosões e com todos os secundários asiáticos que o cinema xunga de Hollywood tornou conheceidos (permitindo, inclusive, a imortalização do mítico Al Leong na sua mais célebre cena - a de morrer com um gelado espetado na nuca). Para isso criou o maior herói de acção de todos, Jack Slater, num filme em que as munições não acabam, os carros explodem sempre que são alvejados e a polícia aparece sempre que alguém grita.

Com esses clichés esticados até ao limite da irrealidade, esse filme seria uma patetada. E é! Mas esse filme não é O Último Grande Herói, porque é apenas o filme dentro de um filme! É o filme favorito de um adolescente (um jovem Austin O'Brien), um miúdo viciado em filmes-pipoca e em Jack Slater. Até que um dia, com um bilhete mágico oferecido pelo Houdini(!), Danny salta para dentro do filme de Jack Slater, participando directamente naquele fogo-de-artíficio contra o pistoleiro de olho de vidro, Benedict (Charles Dance), e o chefe da máfia, Tony Vivaldi (Anthony Quinn), dois vilões altamente esteriotipados.

McTiernan manipula então os fantoches desse filme dentro do filme com liberdade total para fazer aquilo que não pode fazer num filme normal, devido aquilo que o pessoal sério chama de realismo. O resultado é uma xungaria descomprometida e divertida, um Italian Superman de alt(íssim)o orçamento. Uma fantochada cheia de cameos deliciosos (uma esquadra da polícia onde estão sempre a sair personagens famosas da sétima arte, como o T-1000 ou a Sharon Stone vestida à Catherine Tramell) e referências mais ou menos subtis, como um polícia velhote e preto que, ao ir pelos ares com uma explosão gratuita, termina em cima de uma árvore a desabafar só me faltavam dois dias para a reforma, enquanto a banda-sonora do Arma Mortífera passa por trás.

Como se isto não bastasse para ser já um filme delicioso, Danny e Jack Slater saltam do filme dentro do filme para o filme, agora sim O Último Grande Herói, com Schawarzenegger a fazer de si próprio e a encontrar-se consigo próprio, mas na pele de Jack Slater. E com mais uma carrada de cameos famosos, na ante-estreia de Jack Slater IV: Little Richard, Van Damme ou a então super-estrela MC Hammer, a tentar convencer Arnie a compor a banda-sonora do seu próprio filme.

O Último Grande Herói é uma farsa que goza consigo próprio e com os filmes da sua família, de forma inteligente e, ao mesmo tempo, desbragada. Na altura, foi um flop porque, provavelmente, toda a gente estava à espera de mais um filme de acção (e até foi promovido como um), mas hoje em dia, com o distanciamento que o tempo permite, não se percebe como não é recordado, elogiado e elevado a filme de culto. Aqui no tasco é um dos filmes favoritos e um dos McRoyales Deluxes mais engraados de se repetir regularmente.

Posted by: dermot @ 8:41 da tarde
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domingo, janeiro 10, 2010  

TETRO:

Título: Tetro
Realizador: Francis Ford Coppola
Ano: 2009


Quando todos pensavam que Francis Ford Coppola iria comprar uma mantinha nova para se enrolar em frnete à lareira a gozar calmamentes os créditos do seu trabalho passado, eis que o realizador norte-americano fritou de vez. Depois de dez anos sem filmar, Coppola fez dois filmes em dois anos, ambos em formato independente, bastante pessoais e muito artísticos (artístico é o adjectivo que se usa para substituir esquisito em situações mais chiques).

Depois de Uma Segunda Juventude, eis Tetro, um projecto ainda mais pessoal e que o próprio autor descreve como o seu filme mais bonito. De facto, isso é inquestionável. Coppola parece Godard, cujos filmes fazem babar de deleite apenas pela forma como são filmados. Para Tetro, Coppola voltou a rever a sua colecção de cinema clássico de Hollywood (o que é curioso vindo de um realizador que ajudou a enterrar esse período), filmou a preto e branco, mantendo apenas uns flashbacks a cores saturadas (olá Juventude Inquieta), comprou um tripé que usou religiosamente em todas as cenas e voltou a fazer nouvelle vague por cima dos cânones clássicos, com un truques arty.

Alguém descreveu Tetro como O Padrinho 2, mas sem argumento. No entanto, Juventude Inquieta é mesmo a obra de Coppola mais presente neste seu novo trabalho, em mais um drama sobre relações familiares complicadas, nomeadamente entre irmãos. Bem-vindos então à Argentina, cujo espírito Coppola consegue captar na perfeição com um cinema bastante europeu (especialmente italiano, com um toque de Fellini e dois de Antonioni) e uma banda-sonora cheia de tangos de Osvaldo Golijov. É neste cenário que Bennie (Alden Ehrenreich) vai reecontrar o seu irmão mais velho e herói de infância, Tetro (genial Vincent Gallo, não me canso de lhe prestar vénias enquanto actor; mas por favor não voltes a pegar numa câmara, ok?), que há uns anos valentes fugiu de casa, cortou relações com a família e foi em retiro sabático escrever.

O problema destes dois irmãos é um armário cheio de esqueletos e, principalmente, fantasmas do passado. Com especial enfoque para o pai, o famoso maestro Carlo Tetrocini. Tetro é uma tragédia anunciada, numa variação de algumas temáticas usuais da Grécia Antiga: o mito do retorno do filho pródigo, mas em invertido; e a necessidade de o filho matar o pai, de forma a sair da sua sombra e assumir o seu lugar. O problema de Tetro é então o último acto dessa tragédia, encenada sob um twist algo manhoso, que faz a última parte do filme parecer pertencer a outra coisa, demasiado artificial e simbólico.

Bem melhor que Uma Segunda Juventude, mas ainda longe do que de melhor o habituámos a ver. Mesmo assim, este McChicken tem momentos sublimes. E uma referência aos musicais irreais de Michael Powell, especialmente Os Contos De Hoffmann (vénias), que tem direito a reinterpretação e tudo.

Posted by: dermot @ 7:49 da tarde
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sábado, janeiro 09, 2010  

UMA CURTA POR DIA NÃO SABE O BEM QUE LHE FAZIA:

Se há coisa que os filmes de Quentin Tarantino têm é uma atenção meticulosa aos pormenores. A mise en scène é estudada ao pormenor, a banda-sonora escolhida a dedo e as mais ínfimas e insignificantes referências expostas de forma perfeita. Por isso, quando Tarantino precisou de um filme dentro do seu filme, Sacanas Sem Lei, estava-se a adivinhar que alguém o iria ter que o fazer.

Esse filme é Orgulho Da Nação, obra de propaganda nazi baseada nos bravos feitos do herói de guerra, Frederic Zoller (Daniel Brühl), que sozinho e encurralado no topo de uma torre em Itália, despachou um exército inteiro de aliados só com a sua espingarda. Durante Sacanas Sem Lei vemo-lo exibido na tela do cinema, uma remessa de cneas salteadas projectadas enquanto os caça-nazis liderados por Brad Pitt tentam fazer o terceiro reich ir pelos ares.

Agora, terminado Sacanas Sem Lei, podemos ver Orgulho Da Nação na íntegra. São seis minutos inteirinhos, realizados por Eli Roth, de um nazi no topo de uma torre a despachar americanos. Com uma estética fiél à propaganda nazi (olá Leni Riefenstahl), Orgulho Da Nação é filmado da mesma forma que se filmava nos anos 40, exagerando aquela história até aos limites de um série-b, sem deixar de ter as suas próprias piscadelas de olho, como um carrinho de bebé que parece saído da escadaria de Odessa, em O Couraçado Potemkin.

Posted by: dermot @ 1:51 da tarde
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CALL GIRL:

Tìtulo: Call Girl
Realizador: António-Pedro Vascencelos
Ano: 2007


Com Os Imortais, em 2003, António-Pedro Vasconcelos conseguiu fazer aquilo que o Leonel Vieira, o Fernando Fragata ou o Alexandre Valente andam a tentar nos últimos anos: um tipo de filme português americanizado, com uma noção de ritmo, de diálogos e de temáticas bem diferentes daquilo a que, normalmente, associamos ao cinema nacional. No entanto, o que fez de Os Imortais um bom filme (ao contrário de coisas como Um Tiro No Escuro, Sorte Nula ou Second Life) foi o facto de conseguir manter uma certa portugalidade (seja lá isso o que for) e uma âncora à nossa própria realidade. É que António-Pedro Vasconcelos não é um realizador qualquer e tem sensibilidade cinematográfica.

Call Girl é a segunda aventura de Vasconcelos neste domínio, quatro anos depois de Os Imortais, continuando a americanizar-se ao mesmo tempo que se vai transformando cada vez mais num mau comentador desportivo. Aproveitando o hype (e o corpo) de Soraia Chaves, depois de ter mostrado muita pele em O Crime Do Padre Amaro, o realizador benfiquista ensaia uma história de corrupção, onde um investidor imobiliário (Joaquim de Almeida) chantageia um presidente da câmara de uma aldeia do interior alentejano (Nicolau Breyner) a aceitar um contrato para um resort de luxo, que implica o abate de milhares de sobreiros. E, para isso, atiça-lhe uma acompanhante de luxo (Soraia Chaves, claro).

Eis então o típico thriller policial, com uma história que já vimos mil e uma vezes nos homónimos americanos, mas que aqui tem a particularidade de rimar com a actualidade nacional: projectos em áreas protegidas (olá caso Freeport), abate de sobreiros (olá Nova Setúbal), corrupção (olá Apito Dourado) e impunidade política (olá escutas, olá Sócrates). E, nisto, lá anda o Nicolau Breyner outra vez (deve haver um contrato secreto que obriga o Senhor Contente a estar em todos os filmes portugueses) a fazer de presidente corrupto depois de Corrupção.
No entanto, a peça central de Call Girl é Soraia Chaves (ou melhor, o corpo de Soraia Chaves). Envolvida na pele de femme fatale, Soraia Chaves tenta ensaiar sensualidade à boa moda do cinema nacional, ou seja, mostrando as mamas e dizendo palavrões. Por isso, se ouviram falar de O Anjo Azul, de Marlene Dietrich, não acredite. Até porque é um pequeno insulto à diva alemã.

Por isso, Call Girl aproxima-se mais do cinema série-b português (que, actualmente, tem-se afundado cada vez mais, com Corrupção ou Contrato) do que estamos habituados a ver em António-Pedro Vasconcelos. Aquele bigode falso do Nicolau Breyner, a fogma de fagar esquiguita do Virgílio Castelo ou o Joaquim de Almeida gratuitamente gay fazem lembrar mais um pretensioso Second Life do que um honrado Os Imortais. O problema parece ser o facto de Call Girl ter sido construído como um monstro de Frankenstein: havia a ideia de ter a Soraia Chaves a fazer de sedutora fatal e foi-se implantando uns membros por cima desse tronco. Por exemplo, o velho comunista do Raul Solnado (quase um cameo do saudoso actor) é claramente um apêndice a mais, apenas para o filme rimar com o cenário político português.

Mas como já referi, António-Pedro Vasconcelos é um realizador com sensibilidade cinéfila. No entanto, por cada boa cena filmada há um erro de casting e por cada boa cena há uma encavadela. A maior de todas é a personagem de Ivo Canelas, o intrépido inspector da PJ saído de um Cães Danados de segunda categoria (com um poster como referência no seu escritório e tudo), que confunde intensidade com dizer foda-se em todas as frases, cuja relação com a call girl é tão metida a martelo que parece saída de outro filme.

Call Girl é um passo em falso de António-Pedro Vasconcelos e um Cheeseburger desolador para quem estamos habituados a ter em melhor conta.

Posted by: dermot @ 10:23 da manhã
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quarta-feira, janeiro 06, 2010  

ÁGORA:

Título: Agora
Realizador: Alejandro Amenábar
Ano: 2009


Friedrich Nietzsche considerava o cristianismo uma aberração e a mais infeliz criação do Homem. Por isso, atacava-o veementemente por ser o culpado de toda a modernidade, que entendia ser anti-natural por se compadecer pelos fracos e oprimidos em vez da ascensão pela força e pela selecção dos mais fortes. Consequentemente, acusava-o também de responsável pela queda do império romano, que considerava ter sido o último grande momento do Homem e da sua grandiosidade. Por isso, Nietzsche teria adorado Ágora, filme a altura da História em que o cristianismo se consolidou em Alexandria e, consequentemente, despoletou o início do fim do glorioso império romano.

Só não iria era achar muita piada à cena em que Rachel Weisz, confrontrada em tribunal sobre se era cristã ou pagã responde, simplesmente, que apenas acreditava na filosofia. Para Nietzsche o filósofo também não era flor que se cheirasse e, passo a citar, é o maior dos criminosos. Tudo por estar tão perto da ciência e, mesmo assim, compactuar com a moral da igreja. Enfim, Nietszche gostava de muito pouca coisa. Por isso, o mais provável era também não gostar de Ágora. Enfim, adiante.

Ágora é um épico histórico à boa maneira megalómana das histórias bíblicas de Cecil B. DeMille. No entanto, aqui o cristianismo não é o herói da contenda. Ágora começa por se situar no próspero império romano - mais especificamente em Alexandria, símbolo do conhecimento e do desenvolvimento de uma era dourada para o intelecto humano -, precisamente na altura em que o cristianismo começa a ser cada vez mais evidente após ter sido legalizado. Rapidamente este ganha ascensão sobre os deuses pagãos e, em menos de metade do filme, já os cristãos estão a dominar e a executar actos (bem) menos bonitos.

A primeira mensagem que passa é simples e pertinente nos tempos que correm: qualquer religião é vil e perigosa perante o fundamentalismo. Inclusive o cristianismo. E a História está cheia de casos - se bem, que às vezes, algo esquecida - de várias barbáries praticadas pelos cristãos sob o nome de Deus. No entanto, Ágora não é um filme contra o cristianismo, como pode ser facilmente interpretado. Até porque os pagãos romanos também não saem propriamente bem na fotografia. Eles têm escravos, que não tratam propriamente bem, e uma ordem de castas.

Ágora é então um filme que mostra o quão vã e ridícula é a religião, seja ela qual for, uma vez que por todas elas já se praticaram terrores. E há uma das personagens que encarna esta problemática existencial: Davus (Max Minghella) é um escravo que se torna cristão, cansado de tanta subjugação, mas também não se revê propriamente na vingança de uma religião que apregoa a igualdade e o perdão. Esta ambivalência é interessante e podia ser a chave para o filme de Alejandro Amenábar. Infelizmente, ele prefere outro caminho.

Àgora eleva-se então, vezes demais até, em pretenciosos planos da Terra vista do espaço, como se estivessemos a ver através do olho de Deus. Contudo, não é mais do que um ponto de vista elevado por parte do realizador, como quem diz vocês aí em baixo andam-se a matar pelos vossos deuses e eu tenho que vir cá acima mostrar-vos com este distanciamento todo aquilo que não estão a ver. É presunçoso. E, além disso, a personagem que incarna esse ponto de vista - a filósofa Rachel Weisz, que não é cristã nem pagã, apenas quer decobrir como é que a Terra se move no espaço e que, por isso, acaba por morrer apedrejada e ser o verdadeiro mártir do filme - é a menos interessante de todas para ser a peça central desta trama.

Assim, a primeira metade de Ágora é a mais interessante. Pela curiosidade histórica de um momento significativo e raramente abordado (se bem que com as devidas lacunas históricas que estas dramatizações acabam por obrigar) e pelo carácter épico evocado pelo filme, emulando outros semelhantes. No entanto, na segunda metade, quando o filme se torna mais pessoal, com três personagens - um cristão, um pagão e uma filósofa - demasiado manietadas da história, acaba por ser uma valente estopada, que ainda por cima se estica por várias horas. Vai precisar de paciência para o McChicken, aviso-o já.

Posted by: dermot @ 10:17 da manhã
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sábado, janeiro 02, 2010  

ADMITIDO:

Tìtulo: Accepted
Realizador: Steve Pink
Ano: 2006


Aqui há umas semanas atrás, o caríssimo amigo Pedro dissertou (e muito bem, como é seu apanágio) sobre o conceito de filme de domingo à tarde. Dentro deste género de filme existem vários sub-estilos, em que o mais comum é o do animal que pratica desporto (um macaco que joga hóqui no gelo é o meu favorito). Depois há o dos animais que falam, o dos actores caídos em desgraça que se arrastam em filmes irreais ou as quintas e sextas sequelas de um filme esquecido que, em tempos, chegou a ter um pingo de sucesso. Não menos comum mas bastante mais esquecido costuma ser o género que vos trago aqui hoje: o filme de adolescente que vinga sobre a sociedade de uma forma pouco ortodoxa.

Podemos dizer que a génese deste flick remonta a 1987, ano em que Michael J. Fox protagonizou O Segredo Do Meu Sucesso, típico filme dos anos 80 em que um zé-ninguém se torna num executivo de sucesso depois de ir trabalhar para uma empresa sem ninguém o ter convidado. E quando desobrem que ele estava lá sem ser contratado já é tarde de mais: o seu trabalho fala por si e os patrões são obrigados a mantê-lo, despedindo o outro executivo arrogante e de mau coração, que chegou ao lugar por cunha.

É esta a estrutura deste Admitido, salvo a devida variação. Bartleby (Justin Long) é o herói da contenda, um primo afastado de O Rei Dos Gazeteiros, com uma imaginação fértil em arranjar esquemas mirabolantes para faltar às aulas e passar às disciplinas todas do seu último ano do liceu. Claro que isto é tudo muito cool nas escolas norte-americanas, mas chegando ao fim do décimo segundo ano há uma coisa que se chama média. E é com ela que somos admitidos nas universidades.

Por isso, Bartleby não consegue entrar em nenhuma faculdade e tem que magicar o seu derradeiro esquema, um plano tão grande e pouco provável de ser coroado de sucesso que vai dar lugar a um filme. Com a ajuda de mais uma mão cheia de inadaptados sem média para entrar na universidade (com destaque para o gordo e divertido Jonah Hill), vão fundar a sua própria faculdade, com regras muito próprias (onde não há professores e as disciplinas incluem half-pipes, gajas em biquini e festas na piscina all day long), a South Harmon Institute of Technology (trocadilho fácil com as iniciais SHIT), que no final vai acabar por ser reconhecida por todos durante um discurso emotivo do protagonista, umas bandeiras defraldadas ao vento e uma música qualquer triunfal. Filme de universidade goes filme de domingo à tarde.

Tudo é previsível em Admitido, mas no final vem provar que o filme de domingo à tarde ainda pode valer a pena. E como faz isso? Sendo honesto e não tentando ter graça à força. Por exemplo, não há humor escatológico nem se abusa dos palavrões (apesar de andar por lá o genial Lewis Black, habitual comentador do talk-show de Jon Stewart), não se metem umas gajas giras com mamas à mostra em cada cinco minutos (a herança do American Pie - A Primeira Vez, a partir do qual se passou a confundir referências a sexo com humor), nem se exibe carros de alta cilindrada, pretos bem vestidos ou outras ostentações da geração MTV. Há um argumento (por mais óbvio que seja) e dá-se primazia ao mesmo. E depois deixa-se os actores trabalhar, com boas (razoáveis) piadas e bons (razoáveis) momentos. Ah, e há uma bela banda-sonora (Pixies, Hives, Beatles, Ramones, Le Tigre...) que prova definitivamente que Admitido não é uma puta da MTV.

Resumindo e baralhando: Admitido mostra que o filme de domingo à tarde não é necessariamente mau. Mas nem por isso deixa de ser mais do que um Double Cheeseburger.

Posted by: dermot @ 11:23 da manhã
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COTAÇÃO:
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9 - Le Big Mac
8 - McRoyal Deluxe
7 - McBacon
6 - McChicken
5 - Double Cheeseburger
4 - Cheeseburger
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2 - Hamburga de Choco
1 - Pão com Manteiga

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- Plano 9 Dos Vampiros Zombies
- Polaróides Urbanas
- Polí­cia Sem Lei (1992)
- Polícia Sem Lei (2009)
- Poltergeist, O Fenómeno
- Ponto De Mira
- Por Favor Rebobine
- Por Favor Não Me Morda O Pescoço
- Porcos & Selvagens
- Posto Fronteiriço
- Precious
- Predadores
- Presente De Morte
- Preto E Branco
- Primer
- Príncipe Da Pérsia - As Areias Do Tempo
- Procurado
- Profissão: Repórter
- Promessas Proibidas
- Proposta Indecente
- Proteger
- Psico
- Psicopata Americano
- Pulp Fiction
- Pulsação Zero
- Punch-Drunk Love - Embriagado De Amor
- Purana Mandir
- Purple Rain

- Quando Viste O Teu Pai Pela Última Vez
- Quarentena
- Quarteto Fantástico (1994)
- Quarteto Fantástico (2005)
- Quase Famosos
- Quatro Noites Com Anna
- Que Lugar Maravilhoso
- Que Se Mueran Los Feos
- Queijo E Marmelada
- Quem Quer Ser Bilionário
- Querida Famí­lia
- Querida Wendy

- R
- Rapariga Com Brinco De Pérola
- Rare Exports
- Ratatui
- Ratos Assassinos
- Ray
- [Rec]
- [REC]2
- Red Eye
- Relatório Kinsey
- Relatório Minoritário
- Religulous - Que O Céu Nos Ajude
- Relíquia Macabra
- Renascimento
- Resident Evil: Apocalypse
- Rio
- Rio Bravo
- Rock De Fogo
- Rock, Rock, Rock
- Rocknrolla - A Quadrilha
- Rocky Balboa
- Roger E Eu
- Roma
- Romance E Cigarros
- Roxanne
- RRRrrrr!!!
- Rubber - Pneu
- Ruídos Do Além
- Ruivas, Loiras E Morenas
- Rumo À Liberdade
- Ruptura Explosiva

- Sacanas Sem Lei
- Sala De Pânico
- Salazar - A Vida Privada
- Salto Mortal
- Samsara
- Sangue Do Meu Sangue
- Sangue Por Sangue
- Santa Sangre
- Sapatos Pretos
- Save The Green Planet!
- Saw - Enigma Mortal
- Saw II - A Experiência Do Medo
- Saw 3D - O Capítulo Final
- Scoop
- Scott Pilgrim Contra O Mundo
- Seconds Apart
- Seis Indomáveis Patifes
- Sem Ela
- Sem Limites
- Sem Rumo
- Sem Tempo
- Semi-Pro
- Ser E Ter
- Sereia
- Serpentes A Bordo
- Sete Anos No Tibete
- Sete Vidas
- Sexo E A Cidade
- Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band
- Shaolin Daredevils
- Shaolin Soccer - O Ás Da Bola
- Shaolin Vs. Evil Dead
- Shattered Glass - Verdade Ou Mentira
- Sherlock Holmes
- Sherlock Holmes - Jogo De Sombras
- Shining
- Shoot 'Em Up - Atirar A Matar
- Shortbus
- Shrek 2
- Shrek O Terceiro
- Shrek Para Sempre
- Sicko
- Sid And Nancy
- Sideways
- Simpatyhy For Mr. Vengeance
- Sin City - Cidade Do Pecado
- Sinais
- Sinais De Fogo
- Sinais Do Futuro
- Sinais Vermelhos
- Singularidades De Uma Rapariga Loira
- Sky Captain E O Mundo De Amanhã
- Slither - Os Invasores
- Soldados Da Fortuna
- Soldados Do Universo
- Sombras Da Escuridão
- Somewhere - Algures
- Sonho De Uma Noite De Inverno
- Sonny
- Sophie Scholl - Os Últimos Dias
- Soro Maléfico
- Sorte Nula
- Soul Kitchen
- Spartacus
- Spartan - O Rapto
- Splice
- Stacy - Attack Of The Schoolgirl Zombies
- Star Wars - A Ameaça Fantasma
- Star Wars - A Vingança Dos Sith
- Star Wars - O Ataque Dos Clones
- Stardust - O Mistério Da Estrela Cadente
- Stone - Ninguém É Inocente
- Stoned, Anos Loucos
- Submarino
- Super
- Super Baldas
- Super-Homem
- Super-Homem: O Regresso
- Super 8
- Superstar
- Suspeita
- Suspiria
- Sweeney Todd: O Terrível Barbeiro De Fleet Street
- Swimming Pool
- Sword Of Vengeance
- Sympathy For The Devil

- Taking Woodstock
- Tarnation
- Tarzan, O Homem Macaco (1981)
- Taxidermia
- Team America - Polí­cia Mundial
- Tebas
- Tecumseh
- Teeth
- Tempestade Tropical
- Tennessee
- Terra De Cegos
- Terminal De Aeroporto
- Terra Dos Mortos
- Terror Em Setembro
- Terror Na Auto-estrada
- Terror Nas Montanhas
- Tetro
- The Bloodstained Butterfly
- The Brown Bunny
- The Darjeeling Limited
- The Departed: Entre Inimigos
- The Devil And Daniel Johnston - Loucuras De Um Génio
- The Devil's Double
- The First Great Train Robbery
- The Fountain - O Último Capítulo
- The Grudge - A Maldição
- The Host - A Criatura
- The Impossible Kid
- The King Of Kong
- The Langoliers - Meia-Noite E Um
- The Last House On The Left
- The Machine Girl
- The Man From Earth
- The Marine
- The Million Dollar Hotel - O Hotel
- The Mindscape Of Alan Moore
- The Mist - Nevoeiro Misterioso
- The Others - Os Outros
- The Prestige - O Terceiro Passo
- The 50 Worst Movies Ever Made
- The Way
- The Woman
- Thirst - Este É O Meu Sangue
- This Is It
- This Is Spinal Tap
- Thor
- Thriller - A Cruel Picture
- THX 1138
- Tirar Vidas
- Titanic 2
- Tony
- Tournée - Em Digressão
- Toy Story 3
- Tragam-me A Cabeça De Alfredo Garcia
- Transamerica
- Tron
- Tron: O Legado
- Tropa De Elite
- Tropa De Elite 2 - O Inimigo Agora É Outro
- Tsotsi
- Tubarão
- Tubarão 2
- Tubarão 3
- Tubarão IV - A Vingança
- Tucker E Dale Contra O Mal
- Tudo Ficará Bem
- Tudo Pode Dar Certo
- Twisted - Homicídios Ocultos

- Ultra Secreto
- Um Amor De Perdição
- Um Azar Do Caraças
- Um Bater De Corações
- Um Belo Par... De Patins
- Um Cão Andaluz
- Um Dia A Casa Vai Abaixo
- Um Dia De Raiva
- Um Homem Singular
- Um Longo Domingo De Noivado
- Um Lugar Para Viver
- Um Padrasto Para Esquecer
- Um Profeta
- Um Tiro No Escuro
- Um Trabalho Em Itália
- Uma Aventura Na Casa Assombrada
- Uma Boa Mulher
- Uma Canção De Amor
- Uma Espécie De Cavalheiro
- Uma Famí­lia À Beira De Um Ataque De Nervos
- Uma História De Violência
- Uma Pequena Vingança
- Uma Rapariga Com Sorte
- Uma Segunda Juventude
- Uma Segunda Vida
- Undefeatable
- Unseen Evil 2 - Alien 3000
- Up - Altamente

- V De Vingança
- Vai E Vive
- Vais Conhecer O Homem Dos Teus Sonhos
- Valhalla Rising - Destino De Sangue
- Valquíria
- Vampiros de John Carpenter
- Van Helsing
- Vanilla Sky
- Vanitas
- Vasilhame
- Veio Do Outro Mundo
- Veludo Azul
- Velvet Goldmine
- Vencidos Pela Lei
- Vendendo A Pele
- Veneno Cura
- Vera Drake
- Versus - A Ressurreição
- Vestida Para Matar
- Vice
- Vício - Quando Nada É Suficiente
- Vicky Cristina Barcelona
- Vidas Sombrias
- Vigilância
- Vingança Redentora
- Virgem Aos 40 Anos
- Vitus
- Viúva Rica Solteira Não Fica
- Viver A Sua Vida
- Voando Sobre Um Ninho De Cucos
- Voltando Para Casa
- Voltar
- Vontade Indómita
- Voo 93

- Walk Hard - A História De Dewey Cox
- Walk The Line
- WALL-E
- Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme
- Wassup Rockers - Desafios De Rua
- Watchmen - Os Guardiões
- Welcome To The Rileys
- White Irish Drunkers
- Wild Zero
- Win Win
- Wolf Creek
- Wristcutters: A Love Story

- X-Men
- X-Men 2
- X-Men 3 - O Confronto Final
- X-Men: O Início
- X-Men Origens: Wolverine

- Zack E Miri Fazem Um Porno
- Zardoz
- Zatoichi
- Zombies Party - Uma Noite... De Morte
- Zombies Strippers
- Zozo

- 007 - Agente Secreto
- 007 - Casino Royale
- 007 - Quantum Of Solace
- 10 Coisas Que Odeio Em Ti
- 100 Volta
- 10.000 AC
- 12 Homens Em Fúria
- 12 Macacos
- 12:08 A Este De Bucareste
- 1984
- 2LDK
- 24 Hour Party People
- 28 Dias Depois
- 20,13 - Purgatório
- 2012
- 300
- 4 Copas
- 48
- 50/50
- 6=0 Homeostética
- 8 1/2
- 9 Canções
- 98 Octanas


ENTREVISTAS:
- Fernando Fragata
- Festróia - Mário Ventura
- Filipe Melo
- Good N Evil
- IMAGO - Sérgio Felizardo
- José Barahona
- Nuno Markl
- Paulo Furtado
- Rodrigo Areias
- Sara David Lopes
- Solveig Nordlund
- Fernando Alle


TOPES:
- Top 8 dos Melhores Filmes de 2011
- Top 5 dos Piores Filmes de 2011
- Top 10 dos Melhores Filmes de 2010
- Top 5 dos Piores Filmes de 2010
- Top 5 dos filmes de Leslie Nielsen
- Top 10 Dos Filmes Low Cost
- Top 5 das Melhores Cenas de Dança
- Top 8 dos Melhores Filmes de 2009
- Top 5 dos Piores Filmes de 2009
- Top 5 dos Filmes Que Tenho Vergonha De Dizer Que Gosto
- Top 5 das Melhores Músicas de Ennio Morricone
- Top 5 dos filmes com Patrick Swayze
- Top 5 dos Telediscos do Michael Jackson
- Top 5 dos Filmes com David Carradine
- Top 5 dos Filmes com Lutadores de Luta-Livre
- Top 10 Os Melhores Filmes de 2008
- Top 5 Os Piores Filmes de 2008
- Top 5 dos Piores Filmes de Natal
- Top 5 das Coisas que não Esperávamos Ver no Cinema
- Top 5 dos Melhores Filmes de Paul Newman
- Top 5 Personagens Com Palas Nos Olhos
- Top 10 Melhores Cartazes De Cinema
- Top 5 dos Filmes de Chuck Norris
- Top 5 dos Filmes de Patrick Swayze
- Top 10 Os Melhores/Piores Vestidos dos Oscares
- Top 5 As Mortes de Crianças Mais Gratuitas
- Top 10 Os Melhores de 2007
- Top 5 Os Piores de 2007
- Top 7 Adaptações ao Cinema de Livros de Stephen King
- Top 5 Filmes Pela Paz
- Top 5 Os Melhores Beijos
- Top 5 Grandes Arquitectos
- Top 10 Filmes Que Mudaram A Minha Vida
- Top 5 Mulheres de Cabeça Rapada
- Top 5 As Cenas Mais Excitantes
- Top 10 Os Melhores de 2006
- Top 5 Os Piores de 2006
- Top 3 Filmes de Robert Altman
- Top 5 Os Vilões do Cinema
- Top 5 Filmes Com Mick Jagger
- Top 5 Filmes Com Steve Buscemi
- Top 5 Dos Cães no Cinema
- Top 5 Dos Filmes do Indie06
- Top 5 Dos Filmes do Fantas06
- Top 5 dos Presidentes
- Top 10 Os Melhores de 2005
- Top 5 Os Piores de 2005
- Top 5 Filmes com Pat Morita
- Top 10 Os Melhores Filmes Independentes
- Top 5 Os Piores Filmes da Saga Bond
- Top 5 Filmes com Dolph Lundgren
- Top 5 Adaptações de BD Para Cinema
- Top 10 Cenas Mais Assustadoras de Sempre
- Top 5 Vencedores do Óscar
- Top 5 Bond Girls
- Top 5 Filmes Sobre Doenças
- Top 5 Filmes de Natal
- Top 5 Melhores Batalhas Corpo-A-Corpo
- Top 10 Melhores Canções do Cinema
- Top 10 Melhores Filmes de Sempre
- Top 5 Melhores Momentos Musicais
- Top 5 Grandes Duelos do Cinema
- Top 10 Maiores Personagens do Cinema
- Top 5 Piores Momentos da Ficção Cientí­fica
- Top 10 Melhores Momentos da Ficção Cientí­fica
- Top 5 Filmes Religiosos


BAÚ DO TRASH:
- Needle
- Que Se Mueran Los Feos
- Easy A
- Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme
- Saw 3D - O Capítulo Final
- And Soon The Darkness
- Os Imortais
- Purana Mandir
- Pagafantas
- The Bloodstained Butterfly
- Cisne Negro


ROYALE WITH CHEESE APRESENTA:
- A Tasca Da Cultura
- A Causa Das Coisas - parte I
- A Causa Das Coisas - parte II
- A Momentary Lapse Of Reason


FILMES A VER ANTES DE MORRER:
- #1 As Lágrimas Do Tigre Negro
- #2 Alucarda
- #3 Time Enough At Last
- #4 Armageddon
- #5 The Favour, The Watch And The Very Big Fish
- #6 Italian Spiderman
- #7 The Soldier And Death


UMA CURTA POR DIA NÃO SABE O BEM QUE LHE FAZIA:
- 1# Rabbit, de Run Wrake
- 2# Aligato, de Maka Sidibé
- 3# The Cat Concerto, de Joseph Barbera & William Hanna
- 4# A Curva, de David Rebordão
- 5# Batman: Dead End, de Sandy Callora
- 6# O Código Tarantino, de Selton Mello
- 7# Malus, de António Aleixo & Crosswalk, de Telmo Martins
- 8# Three Blind Mice, de George Dunning
- 9# Bedhead, de Robert Rodriguez
- 10# Key To Reserva, de Martin Scorcese
- 11# Bambi Meets Godzilla, de Marv Newland
- 12# The Horribly Slow Murderer with the Extremely Inefficient Weapon, de Richard Gale
- 13# Stolz Der Nation, de Eli Roth
- 14# Papá Wrestling, de Fernando Alle
- 15# Glas, de Bert Haanstra
- 16# Fotoromanza, de Michelangelo Antonioni
- 17# Quem É Ricardo?, de José Barahona
- 17# Terra Incognita, de Peter Volkart


AS MELHORES PIORES CENAS DE SEMPRE:
- A Pior Luta
- A Cena Mais Metida A Martelo
- O Ataque Animal Mais Brutal
- A Perseguição Mais Alucinante
- O Duelo Mais Improvável


CLUBE DE CINEMA DE SETÚBAL:
- Janeiro
- Fevereiro
- Março
- Abril
- Maio
- Setembro
- Novembro


FESTIVAIS:
- 20º Festróia
Dia 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9
- 21º Festróia
Dia 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8
- 22º Festróia
Dia 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10
- 23º Festróia
Dia 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10
- 24º Festróia
Dia 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8
- 26º Festróia
Dia 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8
- 12º Caminhos Do Cinema Português
Dia 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8
- Imago 2006
Dia 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8

;

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket



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